#04 – Basta uma Vela

Feitiços com velas são fáceis, são rápidos ao mostrar resultados e quanto mais complexo, mais cheios de significados, mais forte serão – mas fácil, não significa que todos podem fazer, fácil significa que, quem tem habilidade fará. 

O Conjure olha uma vela, não como uma pessoa comum olharia, como se ela fosse apenas um instrumento para clarear, para dissipar a escuridão. Um Conjure olha pra uma vela e ver um instrumento de poder, um instrumento muito forte, porque assim como todas as coisas no mundo possui uma alma, uma assinatura, a vela contém a junção de várias almas e assinaturas próprias, peculiares em si e em conjunto consegue manter outra: o Fogo.

A vela é composta de cera – parafina e pavio. É moldada no calor, o ar a faz secar. Ela em si contém a solidez da terra, mas enquanto queima contém a liquidez da água. A vela é um dos instrumentos mais poderosos de um Conjure ou Rootwork.

Quando um Conjure segura uma vela, ele a trata como algo vivo… então ele diz: “Vela eu te comando, seu sou seu dono e eu te ordeno que…” porque é essa a natureza do Conjure – conjurar, ordenar, fazer com que as coisas se moldem.

O Domínio do Simbolo

Em queima de velas usasse muitos tipos de cúrios, ervas, plantas e raízes. Afim de que possa aumentar o seu poder. Porque acreditasse que quando se combina elementos, eles trabalharão em conjunto para alcançar o objetivo final.

 

Mais isso não depende apenas da vela, depende também da força que você coloca nela, nas plantas e cúrios… eles por si não sabem o que você quer, você precisa dizer, e como provavelmente eles não irão te obedecer, você precisa dominar – você precisa lembrar aquele elemento que você pagou um preço para tê-lo, que ele te pertence, de que você é o dono. Sei que isso pode parecer bruto a grosso modos… mas nossa visão ocidental nos faz ser assim, criaram algo dentro de nós, que nos diz o que é certo ou errado, e as vezes querermos forçar as pessoas terem isso também -. Dentro do Conjure é assim que as coisas acontecem. (Hyatt – HCWR1 – 1970 p748)

                  Um Feitiço de Amor

Para chamar alguém a vir de uma longa distância, porque provavelmente você a ama, a meia noite, na passagem de um dia para o outro, você deverá pegar uma vela de cor rosa e escrever o nome da pessoa – coloque a vela na horizonta, com a base voltada para você e a ponta do pavio voltado para direção da pessoa – unte a vela para atrair a pessoa – também da base da vela para o pavio, com um óleo de amor, óleo adão e eva, óleo volte para mim ou óleo venha ate mim…  Pegue duas agulhas novas e no meio da vela coloque-as, de forma que fique cruzadas (mas sem tocar o pavio.) entre as pontas, espete um alfinete – fazendo com que esse atravesse o pavio. Segure na base da vela com as duas mão e diga:

“Vela, eu te comando. Vela eu te ordeno que traga ………. de onde ele estiver, que o traga agora.”

Acenda a vela, e quando a chama estiver chegando próximo as agulhas, apague, não deixe que as queime. A pessoa irá chegar em alguns dias dependendo da distância. Após ela ter chegado, remova as agulhas e alfinete. Acenda a vela novamente e carinhosamente diga,

“Queime vela, queime…”

ela cumpriu seu objetivo, não tem mais serventia.

Por Kefron Primeiro.

Nota: Caso haja possíveis duvidas… favor entrar em contato comigo através do seguinte WhatsApp: 69 984991020

Nota2: Esse feitiço de amor para alguém distante é baseado em um feitiço de 1973 – transcrito por Harry Middleton Hyatt, o original pode ser encontrado no HCWR3 de 1973, na página 1976.

Nota3: Esse texto foi escrito em 08 de Julho de 2014 – e ATUALIZADO em 16 de Abril de 2017.


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